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Não sabemos quem governa as águas de São Paulo nem as do Brasil. Em parte, é a Agência Nacional de Águas (ANA); em parte, o Departamento de Água e Esgoto (DAE); em parte, a Secretaria Estadual de Recursos Hídricos; em parte, as agências de bacia; em parte, os municípios; em parte, a região metropolitana… e pode ser que eu ainda tenha esquecido alguma instituição! – Trata-se, portanto, de uma verdadeira confusão que ninguém quer resolver. 

Se voltarmos um pouco no tempo, há dois anos a falta de chuvas proporcionou aos paulistas um dos melhores verões: muito sol, calor, piscina, praia e mar – enfim, tudo com o que sonham em suas férias de janeiro. Só que, na volta à rotina de trabalho, enfrentaram uma crise hídrica que os fez mudar vários hábitos de conforto ligados à água. Assim, o cidadão passou a racionar os banhos, reutilizar as águas de chuveiros para usos sanitários, pensar em soluções de utilização racional dos recursos hídricos e reaproveitamento das águas de chuva para uso doméstico. Finalmente, as chuvas voltaram, assim como voltaram as preocupações com água: enchentes, alagamentos, enxurradas e do-enças veiculadas pela água, entre outras ocorrências. 

Por Yves Besse

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