MÉTODO NÃO DESTRUTIVO PARA MEDIÇÃO DA CAMADA DE ÓXIDO

Artigos Técnicos | Artigo Técnico | 28.01.2018
Publicação
MÉTODO NÃO DESTRUTIVO PARA MEDIÇÃO
DA CAMADA DE ÓXIDO DA SUPERFÍCIE INTERNA
DE TUBOS DE CALDEIRA

O PAPEL vol. 79, num. 1, pp. 69 - 73 JAN 2018

Autores: Vinícius P. R. Figueiredo1, Vitor E. Moreira1, Oscar I. Hassegawa1, Ronaldo F. Faria1
1 CBC Indústrias Pesadas S/A, Brasil


RESUMO
Falhas em tubos de caldeiras podem causar paradas forçadas de
unidades, sendo a espessura da camada de óxidos, que se forma na
parede interna dos tubos, a principal causadora de danos por superaquecimento.
Geralmente, no passado, a incrustação interna era medida
somente por ensaio de laboratório em tubos de amostra (ensaio
destrutivo). O grupo MITSUBISHI HITACHI POWER SYSTEMS (MHPS)
vem desenvolvendo metodologias e técnicas para estimar a vida remanescente
das caldeiras fabricadas ao longo de sua história, seguindo
as tendências e as necessidades de seus clientes globais. A CBC INDÚSTRIAS
PESADAS (CBC), com a recente aquisição de equipamento
desenvolvido pela MHPS para medições de espessura via ultrassom,
tornou-se possível realizar medidas de espessura tanto da parede dos
tubos das caldeiras como da camada interna de óxidos presente nos
mesmos. Atualmente tem-se aplicado esse método de inspeção para
tubos de aço carbono de fornalhas e tubos em aço liga de superaquecedores.
Dessa forma, a rápida determinação da espessura da camada
interna permite adotar contramedidas mais eficazes, garantir a integridade
estrutural dos componentes e contribuir para uma operação mais
segura entre os intervalos de inspeções. O presente trabalho apresenta
uma comparação entre os resultados de medições de espessura da camada
de óxidos pela técnica não destrutiva de ultrassom e pela técnica
destrutiva associada à microscopia ótica, em diferentes faixas de espessura
da camada de magnetita. A experiência do grupo MHPS aliada
aos estudos realizados permitem confirmar que é possível medir, via
ultrassom, camadas de óxidos a partir de valores de 0,1 mm (100μm)
em condições práticas de campo.
Palavras-chave: Camada de Óxidos, ultrassom, vida remanescente,
caldeiras.

Autor correspondente: Vinícius P. R. Figueiredo. Jundiaí CEP: 13212-240, Brasil. Fone: +55-11-44313613
e-mail: vinicius.figueiredo@cbcsa.com.br

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Thais Santi
Jornalista Revista O Papel
tel. (11) 38742726
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